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terça-feira, 10 de julho de 2012

Clínica psiquiátrica tem design com ilusão de ótica

Portas são falsas e estantes de livros escondem salas de consulta

Os designers do estúdio japonês Nendo criaram o interior para a clínica de cuidados psiquiátricos MD.net Akasaka, de Tokyo, com ilusões de ótica. As portas são falsas e na realidade o que abre são partes das paredes. 

 As estantes de livros deslizam e revelam as salas de consultas. A ideia dos designers é que a clínica ofereça uma maior riqueza à vida diária dos pacientes, que eles não conseguiram ter antes de começar o tratamento, em vez de levá-los a um lugar completamente neutro e sem vida. 



  Divulgação 

A única porta real do local é no final do corredor, que leva ao exterior. Além das consultas psiquiátricas normais, a clínica oferece parceria com empresas para consultas corporativas e também dá apoio a pacientes que estão retornando ao trabalho. 

 A Nendo foi fundada em 2002 pelo designer Oki Sato, que nasceu em Toronto, no Canadá, mas voltou à terra dos antepassados para estudar e logo depois iniciar seu próprio empreendimento. Em 2005, Oki Sato abriu um escritório em Milão, na Itália. No total, são nove pessoas que trabalham em inovações em design de produtos e interiores.





sexta-feira, 23 de abril de 2010

Está resfriado? Assoe o nariz com humor!

Quando um cliente vai comprar algum produto cuja qualidade não muda muito de uma marca para outra, a criatividade da embalagem certamente ajuda na escolha.

Estudantes de design da Escola de Design da Universidade de Quebec, no Canadá, desenvolveram alguns modelos de caixas de lenços bem-humorados, para tornar mais divertido o momento embaraçoso de assoar o nariz.

Veja alguns modelos bem humorados:

                                            Jean-Maxime Landry dá um toque infantil à embalagem
                                                  Emanuel Cohen brincou com a característica da cebola


                                              Corinne Pant fez pequenas caixas com personagens

                                    Mathilde Corbeil explorou o individualismo dos divorciados


                                               Valérie Trépanier brinca com a origem dos lenços


                                                 Justin Lortie fez uma interpretação ecológica

Fonte: Pequenas Empresa Grandes Negócios

O que o belo design faz!

Fone para deficientes auditivos tem belo design

O designer Ryan Kirkpatrick desenvolveu um novo aparelho de audição que acabará com o design feio e antiquado tradicional, chamado “El-egance”. O visual é diferente e elegante, com ajuste de som independente para cada ouvido, regulado por anéis de dedo.

Um inovador sistema de regulagem do som em forma de anéis é colocado nos dedos. Ele funciona tanto para adornar o usuário quanto para regular o volume do dispositivo. O áudio é transmitido através de radiofrequência, graças a um pequeníssimo dispositivo alojado nos anéis.

                     
Por último, o produto acompanha uma caixa especial para exibí-lo como peça de arte, que também serve para recarregar a bateria interna do fone auricular.
Fonte: www.pop.com.br

sábado, 20 de março de 2010

Designer cria relógio em braille

Criador quis maneira discreta e simples para os deficientes visuais saberem as horas

Há alguns relógios no mercado destinados às pessoas com deficiência visual, mas o designer David Chavez oferece uma alternativa mais discreta para quem não consegue enxergar saber as horas. Chamado de Haptica - que significa relativo ao tato - o relógio desenvolvido por Chavez mostra as horas em um sistema rotativo em braille. Desta forma, o usuário pode ter uma leitura rápida e precisa do tempo sem chamar atenção. Os pontos em alto relevo são giratórios e os números mudam com o passar do tempo. 







Descendente de holandeses, escoceses e mexicanos, David Chavez nasceu e trabalha em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, e busca
investidores que queiram lançar seu produto no mercado. Projetista de produtos, ele define sua busca dentro do design a resolução de problemas e humanismo. Ele acredita ser inerente e obrigatório ao setor a inovação consciente. Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios



CIN lança código de cores para daltónicos

Tese de Mestrado faz corresponder símbolos às cores primárias e ao preto e branco. Projecto vai ser usado nos catálogos da marca de tintas. 

Imagine quem não é capaz de distinguir os sinais de trânsito ou interpretar os mapas das linhas de metropolitano? 
Ou que está impossibilitado de trabalhar em qualquer atividade que esteja baseada nas cores como artes gráficas, moda ou decoração? 
É a realidade dos daltónicos, pessoas que sofrem de uma deficiência hereditária que predomina nos homens.

A marca CIN decidiu solucionar este problema, no que diz respeito à escolha da cor de tinta mais adequada, e vai adaptar um código gráfico aos seus catálogos e amostras de cor. 
"Trata-se de um projeto social que se insere no âmbito da nossa atividade, implicando um natural envolvimento da CIN, que constantemente procura formas e ferramentas que apoiem o cliente a tomar a melhor decisão sobre a cor eleita", explica Reinaldo Campos, director de marketing da CIN. 




A empresa de tintas adquiriu a licença de utilização do Color Add por dois anos, mas neste momento não há data prevista para que o código desenvolvido pelo designer Miguel Neiva comece a ser usado pela CIN.
Resultado de uma tese de mestrado em Design e Marketing, defendida por Miguel Neiva na Universidade do Minho, o Color Add é o primeiro sistema de identificação de cores para daltónicos, referido em vários sítios na Internet, nacionais e internacionais. 
"Procuramos através desta parceria com a CIN obter forte visibilidade em Portugal e Espanha na divulgação do código Color Add", refere Miguel Neiva. O designer revela que o projecto que desenvolveu foi referenciado na revista brasileira 'Galileu', como uma das "40 Ideias para Melhorar o Mundo". 

Miguel Neiva justifica a tese que desenvolveu com o interesse por design de comunicação e pelo potencial do Color add, em termos das várias aplicações (saúde, educação, transportes e indústria).
 Fonte: Exame Expresso